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XII Encontro Nacional de Saúde

XII Encontro Nacional de Economia da Saúde
Quando: nos dias 24, 25 e 26 de agosto de 2016
Onde: na cidade de Salvador.
Período de envio de resumos: de 15 de maio a 15 de junho de 2016.

Áreas e comissão científica: 1 – Gestão em Saúde: Maria Elizabeth Diniz Barros (ABrES) e Marília Louvison (APS) 2 – Avaliação econômica: Fernando Gusmão Filho (IMIP) e Sebastião A. Loureiro de Souza (UFBA).3 – Equidade e desigualdades em Saúde: Jane Mary Guimarães (UFBA) e Erika Aragão (UFBA). 4 – Estado, mercado e regulação: Rodrigo Mendes (ABrES) e Fabíola Sulpino (IPEA)5 – Financiamento e gasto em Saúde: Áquilas Mendes (PUC- SP e FSP) e Sérgio Piola (ABrES).6 – Aspectos gerais da Economia da Saúde: Rosa Maria Marques (PUCSP) e Fernando José Pires de Souza (UFC).

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Chico Buarque convoca para ato pela democracia na próxima segunda, na Lapa

Chico Buarque | Domingos Peixoto / agência o Globo

Chico Buarque, Fernando Morais, Leonardo Boff, Wagner Moura e Eric Nepomuceno divulgaram, na noite desta terça-feira (5), um manifesto pela democracia. Nele, eles convidam o povo a participar de um ato na próxima segunda-feira (11), na Fundição Progresso, na Lapa.

“O que vivemos hoje no Brasil é uma clara ameaça ao que foi conquistado a duras penas: a democracia. Uma democracia ainda incompleta, é verdade, mas que soube, nos últimos anos, avançar de maneira decidida na luta contra as desigualdades e injustiças, na conquista de mais espaço de liberdade, na eterna tentativa de transformar este nosso país na casa de todos e não na dos poucos privilegiados de sempre”, diz um trecho do texto (leia o manifesto, na íntegra, abaixo).

Existe uma expectativa de que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva também participe do ato.

O Manifesto:

COM ESTE MANIFESTO ESTAMOS CONVOCANDO A TODOS PARA UM ATO UNITÁRIO EM DEFESA DA DEMOCRACIA. SERÁ NA PRÓXIMA SEGUNDA-FEIRA, DIA 11 DE ABRIL, ÀS CINCO DA TARDE, NA FUNDIÇÃO PROGRESSO, NA LAPA, RIO DE JANEIRO.

O que vivemos hoje no Brasil é uma clara ameaça ao que foi conquistado a duras penas: a democracia. Uma democracia ainda incompleta, é verdade, mas que soube, nos últimos anos, avançar de maneira decidida na luta contra as desigualdades e injustiças, na conquista de mais espaço de liberdade, na eterna tentativa de transformar este nosso país na casa de todos e não na dos poucos privilegiados de sempre.

Nós, trabalhadores das artes e da cultura em seus mais diversos segmentos de expressão, estamos unidos na defesa dessa democracia.

Da mesma forma que as artes e a cultura do nosso país se expressam em sua plena – e rica, e enriquecedora – diversidade, nós também integramos as mais diversas opções ideológicas, políticas, eleitorais.

Mas nos une, acima de tudo, a defesa do bem maior: a democracia. O respeito à vontade da maioria. O respeito à diversidade de opiniões.

Entendemos claramente que o recurso que permite a instauração do impedimento presidencial – isso que em português castiço é chamado de ‘impeachment’ – integra a Constituição Cidadã de 1988.

E é precisamente por isso, pelo respeito à Constituição, escudo maior da democracia, que seu uso indevido e irresponsável se constitui em um golpe branco, um golpe institucional, mas sempre um golpe. Quando não há base alguma para a sua aplicação, o que existe é um golpe de Estado.

Muitos de nós vivemos, aqui e em outros países, o fim da democracia.

Todos nós, de todas as gerações, vivemos a reconquista dessa democracia.

Defendemos e defenderemos, sempre, o direito à crítica, por mais contundente que seja, ao governo – a este e a qualquer outro.

Mas, acima de tudo, defendemos e defenderemos a democracia reconquistada. Uma democracia, vale reiterar, que precisa avançar, e muito. Que não seja apenas o direito de votar, mas de participar, abranger, enfim, uma democracia completa, sem fim. Em que cada um possa reivindicar o direito à terra, ao meio-ambiente, à vida. À dignidade.
Ela custou muita luta, sacrifício e vidas. Custou esperanças e desesperanças.

Que isso que tentam agora os ressentidos da derrota e os aventureiros do desastre não custe o futuro dos nossos filhos e netos.
Estamos reunidos para defender o presente. Para espantar o passado. Para merecer o futuro. Para construir esse futuro. Para merecer o tempo que nos foi dado para viver.

Leonardo Boff
Chico Buarque de Hollanda
Wagner Moura

Postado por: Brenno Soares

Seminário Fortaleza 290 Anos discutirá a cidade pelo viés sociológico

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O Laboratório de Estudos em Política, Educação e Cultura (Lepec), ligado ao Departamento de Ciências Sociais da UFC, realiza, nos dias 12 e 13 de abril, o Seminário Fortaleza 290 Anos: Estudos e Perspectivas. Trazendo palestras e mesas-redondas com diversos temas relacionados à cidade, o evento ocorrerá no Auditório Luiz de Gonzaga (área 3 do Centro de Humanidades, Campus do Benfica).

O seminário visa aproveitar a data para pensar Fortaleza sociologicamente, ponderando sobre seus aspectos urbano, político, social, cultural, arquitetônico, infraestrutural, educacional, turístico, entre outros. Para isso, o evento traz professores e pesquisadores-bolsistas, que apresentarão seus trabalhos e a maneira como estes dialogam com o tema da cidade, além de outros convidados especiais.

VEJA TAMBÉM:

SEMINÁRIO: FORTALEZA E CRESCIMENTO URBANO – O PAPEL DA GESTÃO PÚBLICA, realizado no dia 23 de junho de 2015 pelo Observatório de Políticas Públicas – UFC, como parte do Ciclo de Debates sobre Fortaleza.

O evento se inicia às 9h do dia 12 com uma mesa de abertura contando com a presença de representantes da Diretoria do Centro de Humanidades, do Departamento de Ciências Sociais, do Programa de Pós-Graduação em Sociologia e do Lepec. Prossegue com palestra sobre os desafios atuais de Fortaleza, ministrada pelo Prof. José Borzacchiello da Silva, do Departamento de Geografia.

O seminário segue com mesas-redondas que trazem como tema: “Usos da cidade”, “Expansão da cidade: dinâmica urbana, infraestrutura e mobilidade”, “Novas dinâmicas da educação na cidade”, “Turismo e nativo: sociabilidades conflitivas” e “Remoção e luta política”.

Fonte: Laboratório de Estudos em Política, Educação e Cultura da UFC – fone: 85 3366 7427

Postado por: Brenno Soares

Colóquio – 10 anos de OPP

Inscrições online encerradas. Para participar do evento, inscreva-se presencialmente no dia e local do evento. Obrigado!

Em alusão aos 10 anos do Observatório de Políticas Públicas – OPP/UFC, será realizado nos dias 8 a 10 de Dezembro de 2015 o Colóquio: Planejamento, Políticas Públicas e o Controle Social: Ceará e Brasil & 1º Encontro Nacional de Observatórios de Políticas Públicas e Cidadania.

Programação

 

Programação em pdf.

Debate: Economia Política Internacional

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Programação:

19:00 – Abertura com Coordenador da mesa – Deodato Ramalho
19:15 – Palestra: A atuação dos Estados Unidos em Cuba, Venezuela e Brasil – Antonio Ibiapino
19:45 – Palestra: A crise econômica atual e os Brics – Fernando Pires
20:15 – Palestra: Geopolítica – Estados Unidos na Ásia e a China no mundo – Milton Pomar
20:45 – Debate: perguntas da plenária e comentários dos palestrantes
21:30 – Encerramento

XIV CONGRESSO DE HISTORIA DA EDUCAÇÃO DO CEARÁ

     O XIV Congresso de História da Educação do Ceará tem por objetivo principal apresentar a produção acadêmica de pesquisadores experientes e em formação, sob diferentes recortes e perspectivas, que incidam sobre a temática geral proposta: HISTÓRIAS DE MULHERES: AMOR, EDUCAÇÃO E VIOLÊNCIA.

CONGRESSO

     O Projeto de História da Educação no Ceará foi concebido entre 1996 e 2001, no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Educação Brasileira da UFC, com intuito de suprir as necessidades de se ter conhecimento acerca da história da educação local, devido a escassez de registros historiográficos. O projeto conta com diversos colaboradores, sendo eles professores, alunos, entre outros pesquisadores.

     Em sua décima quarta edição(2015), o evento será realizado novamente no Cariri cearense, desta vez na cidade do Crato onde a temática abordada refere-se a uma realidade que vem ocorrendo desde o passado; a violência contra a mulher. Entender o lugar social da mulher na sociedade e na educação poderá contribuir positivamente para a discussão e estudo desta problemática, envolvendo investigadores de várias universidades nordestinas e brasileiras, bem como estabelecendo uma ponte com o movimento latino-americano de mulheres.

Para mais detalhes, acessehttp://fedathi.multimeios.ufc.br/chec/