mundo-noite

Mundo

China anuncia redução tributária de até US$ 76,8 bilhões para empresas em 2016

Pequim, 24 mar (EFE).- O primeiro-ministro da China, Li Keqiang, anunciou nesta quinta-feira (24) a redução de impostos para as empresas no valor de 500 bilhões de yuans (US$ 76,8 bilhões) para este ano através da reforma tributária que deve entrar em vigor em maio.

Fonte: http://economia.uol.com.br/noticias/efe/2016/03/24/china-anuncia-reducao-tributaria-de-ate-us-76-bilhoes-para-empresas-em-2016.htm


 

Câmara dos EUA aprova projeto para dificultar entrada de refugiados sírios

Senado ainda votará iniciativa, mas Obama já adiantou que vai vetar.
Lei exigiria que sírios e iraquianos passassem por mais controles.

Informações: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/11/camara-dos-eua-aprova-projeto-para-dificultar-entrada-de-refugiados-sirios.html


 

Opinião: Uma análise multicausal dos últimos atentados terroristas em Paris

Os atentados terroristas do dia 13 novembro foram um dos piores que a França já sofreu e uns dos mais graves na União Europeia desde os ataques em março de 2004 em Madrid, na Espanha. Apesar da preocupação francesa com a segurança, desde o atentado que ocorreu no início de janeiro deste ano, no jornal satírico francês Charlie Hebdo – que resultou na morte de doze pessoas e deixou outras cinco gravemente feridas -, as agências de inteligência da França (Direção de Proteção e da Segurança e Defesa da França, responsável pelo contraterrorismo e contrassubversão; e a Direção-Geral da Segurança Externa, responsável pela espionagem externa) falharam em não impedir novos ataques ao país.

Com mais de 129 pessoas mortas e mais de 350 feridas, os ataques, assumido pelo Estado Islâmico, também conhecido como ISIS, ocorreram de forma simultânea em diferentes pontos de Paris e de Saint-Denis. Outros atentados foram realizados pelo ISIS recentemente, como em Beirute, no Líbano, um dia antes dos atentados na capital francesa, mas atacar uma das principais cidades europeias, símbolo de liberdade e de riqueza cultural do continente, gerou uma grande visibilidade midiática à organização. A mídia é hoje um dos principais instrumentos dos grupos terroristas no sentido de aumentar seu respectivo poder. Em outras palavras, quanto mais impactantes as ações terroristas são consideradas pela mídia e pela sociedade, maior é a propagação do poder relativo de organizações terroristas tal como o ISIS.

Apesar do fenômeno do terrorismo não ser recente na história da humanidade, o termo ficou conhecido durante a Revolução Francesa, na qual o Estado utilizou da violência estatal contra seus próprios cidadãos para tentar combater a revolução. De lá para cá, vários ataques terroristas ocorreram em diversas partes do globo, mas foi a partir dos anos 1980 e 1990 que os atentados passaram a ser mais constantes, sofisticados e com o objetivo de gerar cada vez mais mortes. No entanto, o terrorismo atual se beneficia da tecnologia e das redes sociais para propagar seu poder e seus ideais pelo mundo. Em pronunciamento recente o Presidente da França, François Hollande, afirmou que os ataques foram organizados em território estrangeiro, recebendo também a ajuda de pessoas que viviam na França.

À guisa de conclusão, os ataques em Paris devem ser analisados dentro uma perspectiva que leve em conta variáveis multicausais. Nesse sentido, dentre os variados aspectos, destacamos a presença da França na coalizão internacional contra o ISIS, do país abrigar a maior população muçulmana da Europa, do mesmo ser o maior emissor europeu de combatentes que se juntam a grupos radicais no Oriente Médio e, também, mas não menos importante, do ISIS propagar sua mensagem simbólica pelo mundo, gerando medo e comoção coletiva e ao mesmo tempo novos adeptos aos seus ideais.

Fonte: Gazeta do Povo.


Análise: Ataques em Paris vão impactar fronteiras e refugiados

A França deu início a três dias de luto nacional. O presidente francês, François Hollande, descreveu os ataques como “um ato de guerra contra a França”.

Em tais momentos, a normalidade política é suspensa.

Apesar disso, o interlúdio não disfarça o fato de que os ataques a tiros e explosões vão ter consequências na política.

O presidente francês diz que os ataques foram “planejados fora da França”.

‘Uma nova dimensão’

Autoridades gregas afirmam que pelo menos um dos autores dos ataques teria atravessado a ilha de Leros com um grupo de 69 refugiados. O homem, aparentemente, se registrou e teve suas digitais colhidas na Grécia.

É muito cedo para saber se o passaporte, registrado na Grécia e descoberto na cena de um dos locais dos ataques, corresponde ao documento de um dos atiradores.

Mas o Ministério do Interior da Sérvia diz que o detentor do passaporte sírio cruzou a Sérvia no dia 7 de outubro deste ano, onde buscou asilo.

Se a conexão ficar estabelecida, a crise de refugiados ganhará uma nova dimensão.

E isso já pode ser observado na Polônia. O Ministro para Assuntos Europeus do páis, Konrad Szymanski, condicionou receber a entrada de refugiados a garantias de segurança.

“Vamos aceitar refugiados somente se tivermos garantias de segurança”, disse ele.

A Polônia havia se comprometido a receber 4,5 mil refugiados. Agora pairam dúvidas se isso realmente vai acontecer.

Já outro ministro polonês pareceu desafiar a estratégia da Alemanha de acolher refugiados quando disse que “temos de estar cientes de que estávamos errados, muito ingênuos ou idealistas”.

O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, alertou neste domingo contra ceder ao que ele chamou de “reações primárias” à crise de refugiados.

Livre trânsito

Qualquer evidência de que as rotas de refugiados tenham sido usadas por terroristas colocará novos problemas para a chanceler alemã, Angela Merkel. Ela já assiste a uma queda em sua popularidade e está sob pressão para fechar as fronteiras da Alemanha, algo que, se materializado, representaria uma derrota política para ela.

Neste fim de semana, Merkel comparou a crise aos desafios da reunificação alemã. Mas unir a população alemã é muito diferente de que aceitar talvez milhões de refugiados de diferentes culturas.

Hans-Georg Maassen, diretor da BfV, a agência de inteligência doméstica alemã, disse: “Temos verificado que os extremistas estão abordando refugiados em centros de acolhimento. Temos conhecimento de pelo menos 100 casos.”

A curto prazo, Merkel tende a se manter firme, mostrando resistência a pressões que crescem em torno dela.

Ela também sabe que se a Alemanha fechar as fronteiras haverá um impacto em cadeia em vários países, do sul da Europa até os Balcãs.

Nessa hipótese, haveria uma nova onda de refugiados e tensões entre países poderiam crescer perigosamente. Assim, a chanceler alemã, por enquanto, tentará enfrentar uma crise sobre a qual, para muitos, ela já parece ter perdido o controle.

Controle das fronteiras

Outro impacto deve ocorrer no livre trânsito de pessoas garantido pelo acordo de Schengen.

(EPA)Image copyrightEPA

Image captionVigílias foram realizadas em todo o mundo em homenagem aos mortos

E esse princípio, um dos pilares da União Europeia, já se encontra ameaçado.

“Não vamos nos enganar; o futuro do Schengen está ameaçado e o tempo está se esgotando…temos de voltar a ganhar controle das nossas fronteiras externas”, disse há alguns dias Dias atrás, o presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, disse que

Com os ataques em Paris, isso se tornou mais urgente. Especialmente depois que foi revelada uma suposta conexão de vários homens presos perto de Bruxelas, na Bélgica, com os atentados ocorridos na noite de sexta-feira.

Ainda não se sabe como atiradores e armas conseguiram atravessar as fronteiras e se, nesse caso, controles de fronteiras teriam feito alguma diferença.

Diversos países, incluindo a Alemanha, suspenderam o acordo de Schengen.

A França já introduziu controles de fronteiras temporários. A determinação para defender o princípio do livre trânsito de pessoas, previsto pelo acordo de Schengen, não deve ser subestimada, mas quanto mais países reimplementarem controles de fronteiras ou se fecharem, mais ameaçado estará o princípio de uma Europa aberta.

‘Assunto sensível’

Além disso, o autodenominado ‘Estado Islâmico’ mudou claramente sua estratégia.

O grupo extremista está preparado para realizar novos ataques contra qualquer país que se junte à coalizão militar contra ele. Por meio de suas ações sangrentas, quer minar a vontade da opinião pública europeia de usar a força na Síria.

Mas se o ‘EI’ pretende lançar mão de ações de maior dimensão dentro da Europa, então o controle das fronteiras se torna um assunto muito mais sensível.

Por último, os ataques em Paris vão alimentar a sensação de uma crise na Europa, de que as fronteiras não estão seguras em um momento em que o conflito no Oriente Médio bate à sua porta.

Angela Merkel está apostando em um acordo com a Turquia para aceitar mais refugiados. O objetivo é reduzir o êxodo daqueles que buscam uma nova vida na Europa e, talvez, interceptar terroristas.

E a Turquia ─ especialmente agora depois dos ataques ─ continua a ser um país central na solução dessa crise.

A Europa segue em busca de um acordo com Erdogan (president da Turquia) apesar de suas tendências autoritárias.

Os ataques aprofundaram a sensação de insegurança na Europa. No campo política, a extrema-direita tentará se aproveitar disso.

Entretanto, na França, depois dos atentados contra o semanário satírico Charlie Hebdo, a Frente Nacional, de Marine Le Pen, não colheu nenhum dividendo imediato, mas embora não necessariamente relacionados, os ataques em Paris tornaram a crise de refugiados mais complexa e, sobretudo, mais sensível de ser enfrentada.

Fonte: BBC Brasil


China acaba com a política do filho único e permitirá 2 crianças por casal

Decisão é tomada após mais de 30 anos da política de apenas um filho. Anúncio foi feito na reunião anual do Partido Comunista da China.

Fonte: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/10/china-acaba-com-politica-do-filho-unico-e-permitira-dois-filhos-por-casal.html?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=g1


8 pontos para entender o Tratado Transpacífico, acordo entre EUA, Japão e mais dez países

Estados Unidos, Japão e 10 outras economias da bacia do Pacífico, representando cerca de 40% da produção mundial, fecharam nesta segunda-feira (5) um acordo de comércio internacional, o maior em duas décadas.

O acordo ainda deve passar por discussão no Congresso americano e Parlamentos de outros países envolvidos.

Eis oito coisas que vale a pena saber sobre o Tratado Transpacífico (TTP na sigla em inglês): (cont…)

Painel 1

http://www1.folha.uol.com.br/asmais/2015/10/1690329-7-pontos-para-entender-a-parceria-transpacifico-acordo-entre-eua-japao-e-mais-dez-paises.shtml


Começa sexta-feira (25) a Cúpula das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável

22 de Setembro de 2015

Mais de 150 líderes mundiais são esperados para participar na Cúpula das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, que acontece entre 25 e 27 de setembro na sede da ONU em Nova York, para adotar formalmente uma nova agenda de desenvolvimento sustentável. Esta agenda servirá como plataforma de ação da comunidade internacional e dos governos nacionais na promoção da prosperidade comum e do bem-estar para todos ao longo dos próximos 15 anos.

Fonte: O estado

http://www.oestadoce.com.br/noticia/comeca-sexta-feira-25-cupula-das-nacoes-unidas-sobre-o-desenvolvimento-sustentavel


Ministros da UE entram em acordo para divisão de cotas de refugiados

Proposta prevê que 120 mil sejam recebidos por vários países do bloco.Número representa apenas 20 dias na média diária de 6 mil chegadas.

Os ministros do Interior da União Europeia votaram por maioria na terça-feira (22) para aprovar uma resolução sobre a distribuição de 120 mil refugiados sírios, iraquianos e eritreus entre os Estados membros do bloco, apesar da oposição dos países do Leste a este mecanismo que instaura quotas por país, anunciou a presidência luxemburguesa do bloco.

“A decisão sobre a realocação de 120 mil  pessoas foi adotada por uma ampla maioria dos Estados-membros”, indicou no Twitter, após uma reunião que durou três horas a presidência luxemburguesa do bloco.

Já o ministro tcheco do Interior, Milan Chovanec, afirmou no Twitter que seu país, assim como Hungria, Eslováquia e Romênia, votaram contra, enquanto a Finlândia se absteve.
A Polônia, muito reticente à proposta da Comissão Europeia de uma divisão de quotas por país, votou a favor do mecanismo.

Fonte: G1

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/09/ministros-da-ue-entram-em-acordo-para-divisao-de-cotas-de-refugiados.html

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

Espaço de fortalecimento do controle social assente em informações, estudos, pesquisas e debates que suscitem análises críticas e propositivas quanto as políticas públicas no Ceará e no Brasil.