COPA DE 2014 E POLÍTICAS PÚBLICAS – Implicações para a Metrópole de Fortaleza e Estado do Ceará

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CICLO DE SEMINÁRIOS TEMÁTICOS OPP-UFC APRESENTA:

COPA DE 2014 E POLÍTICAS PÚBLICAS – Implicações para a Metrópole de
Fortaleza e Estado do Ceará

Na próxima quarta-feira, dia 26 de junho, às 18h30, no Auditório da
Reitoria da UFC, será dado início ao Ciclo de Seminários Temáticos “Copa
de 2014 e políticas públicas – Implicações para a Metrópole de Fortaleza e
Estado do Ceará”. O Ciclo é organizado pelo Observatório de Políticas
Públicas da Universidade Federal do Ceará com o objetivo de proporcionar
um diagnóstico acerca do chamado “legado da Copa”, conforme seguintes
temas: Legislação, Moradia, Orçamento e Planejamento Público; com foco
para as implicações para a metrópole de Fortaleza e estado do Ceará.

As reflexões que o Ciclo de Seminários se propõe a fazer não poderiam
ocorrer em momento mais oportuno, no qual milhões de cidadãos brasileiros
estão indo às ruas se manifestar por diversos motivos, dentre eles, um dos
temas mais polêmicos tem sido justamente a realização dos chamados
Megaeventos Esportivos: da Copa das Confederações, da Copa do Mundo de
2014 e Olímpíadas de 2016.

Na mesa de abertura, intitulada: “Megaeventos e mudanças na legislação
brasileira”, contaremos com a palestra do Juiz Federal Dr. Leonardo
Resende, do Procurador da República Dr. Alexander Sales e assessor
jurídico e integrante do Comitê Popular da Copa de Fortaleza, Rafael
Barreto Souza.

PROGRAMAÇÃO

MESA 1 – 26/06: MEGAEVENTOS ESPORTIVOS E MUDANÇAS NA LEGISLAÇÃO BRASILEIRA

MESA 2 – 10/07: COPA DO MUNDO E VIOLAÇÃO DO DIREITO HUMANO À MORADIA

MESA 3 – 24/07: IMPACTOS DAS DESPESAS COM A COPA PARA O ORÇAMENTO PÚBLICO
DE FORTALEZA E DO CEARÁ

MESA 4 – 31/07: PLANEJAMENTO URBANO E A COPA DO MUNDO EM FORTALEZA

Os seminários ocorrerão sempre no Auditório da Reitoria da UFC, das 18h30
às 21h30.

INSCRIÇÕES
As inscrições serão realizadas via formulário eletrônico
(http://bit.ly/12RKEBj) ou através do e-mail
nucleourbano.opp.ufc@gmail.com. Basta enviar uma mensagem com o título
“Inscrição Ciclo de Seminários”, constando as seguintes informações: nome
completo, profissão, instituição ou movimento, email de preferência e
telefone para contato. A inscrição dá direito a um certificado de 16h
emitido pela Pró-Reitoria de Extensão da UFC – será exigida participação
mínima em 3 das 4 mesas.
Para mais informações, acesse o Blog do OPP-UFC
http://oppceufc.wordpress.com/

Realização
OPP/UFC

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Uma opinião sobre “COPA DE 2014 E POLÍTICAS PÚBLICAS – Implicações para a Metrópole de Fortaleza e Estado do Ceará”

  1. Crescemos sob várias discussões ideológicas: burguesia x proletariado, elites x marginalizados, ou outros nomes que cientistas políticos resolvam em seus trabalhos, em busca de glória pessoal, denominar, e esses verbetes caiam na graça do grande público virando moda e repetidos até a completa internalização e repetição por puro condicionamento.

    O que há de comum em todos esses conceitos é a “exploração do homem pelo homem”. Homens que se apropriam do poder e da força obrigando outros homens que não as detém. Quando falamos de “Conta Social”, os expropriados de seus lares culpam o governo, os poderosos as elites, e o governo culpa o progresso, para eles sempre inadiável e, sobreposto inclusive à vida, e aos próprios expulsados, chamando-os invasores ou qualquer outra denominação que fira o princípio da propriedade privada.

    Quando o poder público usa a força, através das polícias cumprindo ordens judiciais,muitas vezes duvidosas, por que ninguém os impede? Legitimação é a resposta. Algumas pessoas se indignarão, revoltar-se-ão, mas ao final vai prevalecerá a vontade dos governantes, exceto quando as pessoas que vivem à margem conseguem sensibilizar um número grande de simpatizantes e, raras vezes, o processo é adiado.

    E de onde vem essa legitimação? Pasmem, vem de todos nós. Nós expulsamos em nome do progresso, nós higienizamos as áreas pobres para torná-las atraentes ao capital, nós concordamos muitas vezes com a forte repressão em nome da segurança pública, que na maioria das vezes atinge somente aos menos desvalidos. Isso mesmo, todos nós cobramos e pagamos a mesma dívida através impostos que recolhemos.

    E, se isso nos afeta, como mudar isso, para que pessoas como nós, que nos achamos esclarecidos possam agir diretamente como agentes de uma mudança sem depender da grande massa, manobrada intuitivamente e as vezes conscientemente, pelas idéias dos detentores do poder?

    A resposta é mudando o modo de fazer política. O SISTEMA REPRESENTATIVO HÁ MUITO DÁ SINAIS DE ESGOTAMENTO E AGONIZA NA UTI DA PASMACEIRA E DA IGNÓBIA. A idéias dos nossos representantes não representam, ou nunca representaram as nossas. E, as últimas eleições, com uma maciça abstinência e o grito das ruas TRADUZIU ESSE SENTIMENTO.

    Vamos discutir um sistema novo, Constituição é algo que depende do povo e não o contrário e, se necessário constituamos uma nova nação, ainda brasileira, mas com um espaço real de participação e representatividade que acolha realmente as idéias democraticamente conduzidas por uma maioria, contrário ao inverso que estamos vivendo onde uma minoria decide os destinos da Maioria.

    Estarmos discutindo isso é prova cabal de que estamos preparados para conduzir nosso próprio caminho democrática e participativamente.

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